sexta-feira, 22 de julho de 2016

Chile - Um passeio diferente


     Este foi o destino escolhido para as férias de Julho/2016.  Cada vez que decido viajar busco saber detalhes do lugar que vou, pesquiso em site, converso com amigos então faço meu roteiro. Confesso que foi um pouco difícil desta vez, pois tive que buscar tudo na internet e assim bate aquela insegurança. Porém hoje quem dá as dicas sou eu, anote, pois elas são preciosas.
     A melhor sugestão que posso dar é buscar um atendimento personalizado nos passeios que você vai realizar, a dica preciosa de uma amiga me levou a empresa de Hector Medina, este serviço foi fundamental para deixar minha chegada e os dias em Santiago muito mais prazerosos. HecTourService, um atendimento privado, personalizado e flexível. Um trabalho realizado por este profissional de primeiríssima qualidade. Passeamos por todos os lugares com segurança, sem horário para voltar ao hotel, com dicas de lugares gastronômicos, compras ou simplesmente, caminhadas pelas ruas cobertas de folhas de plátanos, com temperaturas na faixa dos 3 graus. Contato: hectortourservice@gmail.com
     Na hora de fazer a mala: Viajar no inverno a tendência é colocar muitas roupas na mala. Nada disso: basta ter um casaco bom, sugestão: forro com pluma de ganso, leve e quente. Não usei nenhum blusão de lã, apenas uma básica de algodão ou segunda pele térmica, com gola alta. Muitas mantas para ficar bonita nas fotos, calça leggin, bota cano alto com pelinho por dentro (fundamental para deixar os pés aquecidos) luva, gorro se quiser. As temperaturas variaram entre 0 a 8 graus no período que estive em Santiago.
     Alimentação muito variada em termos de frutas e legumes. Em todos os restaurantes são abundante as saladas ofertadas, assim como no café da manhã com muitas frutas e sucos naturais. Nos restaurante é tradicional a entrada com pão e alguns molhos. O pão é servido sempre quentinho. Uma delícia.
     Passeios maravilhosos, cada dia um lugar diferente. Conhecemos Santiago de uma ponta a outra. As vinícolas visitadas foram escolhidas por nós. Procuramos conhecer a diferença de vinícolas grandes e pequenas para saber como é feito os vinhos chilenos tão tradicionais. Visitamos a vinícola De Martino, Santa Rita e Concha y Toro (que é uma vinícola tradicional e não poderia ficar de fora). Pois bem, instalada no vale do Maipo, De Martino é uma vinícola a parte, merecedor de destaque e aplauso, produz vinhos mantendo sua essência, procurando intervir o menos possível nas características das uvas obtidas em diferentes terroir chilenos. Chamou-me atenção o uso de “tinajas” que são ânforas de barro de 60 ou mais anos garimpadas pelos proprietários do sul do Chile para fazer sua excelente linha “Viejas Tinajas”. Este vinho para mim foi o melhor. As outras vinícolas, é possível encontrar explicações nos sites sobre Santiago.
     O Chile é conhecido pela produção de vinhos tintos, mas os brancos das regiões mais frias como Casablanca levam o país a ser destaque na produção de uvas brancas por possuir um terroir único. Curiosamente o que determina a característica de cada vinhedo é sua posição em relação ao Oceano Pacífico que está a cerca de 20 km a oeste. A influência da fria corrente baixa a temperatura na região e causa uma neblina que cobre os vinhedos pela manhã e é neste lugar fascinante que está o famoso Valle de Casablanca que coloca o Chile a nível internacional na produção de vinhos branco. Uma das regiões mais bonitas, no caminho de Val Paraíso. Visitamos a vinícola Quintay e degustamos a especialidade que são os famosos vinhos branco premiados.
     Partindo da uva pra neve, imperdível o passeio à Cordilheira dos Andes. Pegamos uma semana com muita neve nas montanhas, isto facilitou a visitação com uma neve muito fofa, branquinha e linda.  A estação que permanecemos por mais tempo foi Farellones, onde estava ocorrendo um evento. Com muita música, gente bonita e um clima de muita diversão. Fizemos o passeio no teleférico. Imperdível, à medida que íamos subindo a montanha o silencio se fazia presente. Em palavras é impossível dizer é preciso sentir. Uma paz imensa, uma neve linda, um silêncio agradabilíssimo, apenas contemplar! Amei!

     Qualquer site te mostra o que melhor Santiago tem, eu aqui deixo registrado o que EU mais gostei deste lugar encantador e uma Cordilheira majestosa, branquinha, que com certeza vai deixar saudades.





HASTA LA VISTA SANTIAGO!...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Caminhos de Pedra / Bento Gonçalves RS

      
       O charme fica por conta da paisagem, das curvas da estrada, da arquitetura típica italiana, das “nonas” circulando com chapéu de palha, das carroças puxadas por bois, da igrejinha. Estou falando do interior de Bento Gonçalves, mais precisamente a colônia São Pedro que fica a 13 km do centro. O roteiro Caminhos de Pedra é um passeio muito interessante e imperdível.        Percorremos sete quilômetros de muita história, como se tivesse sido recortado de um livro de história do Rio Grande do Sul, passamos por 28 construções em pedra e madeira, que lembra muito um cenário da região Norte da Itália (de acordo com a pesquisa que fiz). Neste percurso encontramos moinhos, casas de massas, teares, erva-mate, além de cantinas, capelas, restaurantes.
É possível fazer uma visitação guiada pelos próprios donos das propriedades, eles contam a história de uma maneira tão delicada, que nos remete àquela segunda metade do século XIX. Na época o Brasil já era um país independente, porém o interior dos estados pouco explorados. Nesta época, segundo contam os próprios colonos, inicia um incentivo do governo para atração de imigrantes europeus, trazendo assim mão de obra e também para povoar regiões até então desabitadas.
Imagina só, estavam em uma Europa empobrecida, onde o trabalho estava escasso, as famílias acreditaram nas promessas de terras férteis, renda farta e conforto. Quando aqui chegaram eles recebem lotes de mata fechada, na encosta dos morros e nem de longe encontram a estrutura alardeada pela propaganda feita pelo governo. Ao chegarem percebem que precisam iniciar do zero. Com a madeira e as pedras que vão desbravando constroem as moradias, celeiros para os animais e assim vai se formando uma vila de colonos.
Lindas paisagens, gastronomia boa com produtos coloniais, vinhos artesanais, conservas, doces, sucos, geleias enfim, uma infinidade de produtos coloniais da região.

Hospede-se em um bom hotel de Bento Gonçalves ou se preferir busque a pousada do lugar, curta com calma este lindo passeio e não se esqueça de levar na mala uma foto à moda antiga.





quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Guarujá / SP e suas histórias...


Verão, calor, praia... O passeio de hoje é em uma praia.
Guarujá é a terceira maior ilha do litoral paulista. Surpreendi-me com as praias do litoral Sul de São Paulo. Água extremamente limpa, verde azulada, morníssima, com natureza preservada, segura com policiamento ostensivo onde a cada duas quadras havia três policiais. Lindo demais.
Para chegar a Guarujá pegamos a Rodovia dos Imigrantes, passamos por uma estrada linda. Pesquisei sobre esta estrada e descobri que é a principal via de acesso da cidade de São Paulo à Baixada Santista e ao litoral sul paulista. A Ecovias recebeu a concessão por um período de 20 anos para a operação e manutenção de todo o sistema Anchieta-Imigrantes em 1998. Interessante que para receber esta concessão eles deveriam construir a pista descendente da Rodovia dos Imigrantes. A pista foi inaugurada em 17/12/2002. Esta pista linda possui túneis ainda mais longos e viadutos mais modernos que os da pista ascendente. É preciso conhecer para saber do que estou falando.
Outra curiosidade, ambas as pistas da Imigrantes são reversíveis, quando o tráfego é muito intenso, isso ocorre em época de feriados prolongados tanto no sentido capital-litoral como litoral-capital.
A pista norte da Imigrante possui 11 túneis já a pista sul possui quatro, sendo dois deles os mais extensos túneis rodoviários brasileiros, o primeiro com 3.146m de extensão e o outro com 3.009m, eles são extensos assim devido ao impacto ambiental sobre a Serra do Mar ser mínimo. Ao todo, são 44 viadutos, sete pontes e 14 túneis.
A cidade de Guarujá foi visitada pela primeira vez em 1502 por exploradores portugueses, contudo devido a sua topografia ficou abandonada por mais de 300 anos. Com o tempo foi se formando um povoado que vivia da extração de óleo de baleia, pesca e de engenhos de açúcar, como atividade econômica. Então, por um decreto imperial de 1832, Guarujá passou a condição de Vila. Em 1893 promovida a Vila Balneária de Guarujá. Para isso foram encomendados dos Estados Unidos um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés desmontáveis. Além de receber serviços de água, esgoto e luz elétrica. Em 1934 recebeu o título de Estância Balneária e em 1947 passou a ser considerada município devido ao seu crescimento. Na década de 70 Guarujá foi reconhecida internacionalmente e recebeu o título de “Pérola do Atlântico” devido as suas belas praias e belezas naturais.
Fiquei hospedada na Praia das Pitangueiras, uma linda praia com água em tom verde-azulado, junto ao morro do Maluf, onde também tem o calçadão com restaurantes e bares. No extremo oeste da praia fica o edifício “Sobre as Ondas”, quando a maré está alta a água chega a bater até sua base.
Inicialmente o local era chamado de praia das Laranjeiras, devido a uma antiga moradora D. Maria Malta, cultivar laranjeiras. Mas tarde, por conta de pragas, a lavoura foi destruída e a proprietária passou a plantar pitangueiras, daí seu nome atual. A história da ilha começou nessa praia central do Guarujá. No início do século 20, o Grande Hotel La Plage, com arquitetura inspirada nos modelos europeus, foi uma das primeiras construções da cidade, nele havia um cassino que era muito frequentado pela alta sociedade da época, inclusive o visitante mais ilustre foi Santos Dumont.
Além da Praia das Pitangueiras, tem mais 26 praias, algumas como: Guaiúba, Tombo, Astúrias, Enseada, Pernambuco, que possui uma vista privilegiada para a Ilha dos Arvoredos (com visitas rigorosamente controladas), Mar Casado, Perequê, e tantas outras lindas, muitas delas consideradas excelentes para a prática de surf e outros esportes náuticos.

Sinceramente, vale a visita. Amei!



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Hasta la vista Buenos Aires!


Buenos Aires é encantadora, é a maior cidade da Argentina. Está localizada na costa ocidental do estuário do Rio da Prata, na costa sudeste do continente. A grande Buenos Aires inclui vários distritos da província de Buenos Aires, constitui a terceira maior aglomeração urbana da América Latina, com uma população aproximada de 13 milhões de pessoas. Interessante dizer que a cidade de Buenos Aires não é parte da província que tem o mesmo nome e nem é a sua capital, mas um distrito autônomo. Em 1880, depois de décadas de luta política, Buenos Aires foi federalizada e separada da província de Buenos Aires. Os limites da cidade foram ampliados para incluir as cidades de Belgrano e Flores, ambas agora bairros da cidade. É uma das 20 maiores cidades do mundo.
Não é a toa que Buenos Aires é um dos mais importantes destinos turísticos do mundo. É conhecida por sua arquitetura de estilo europeu e por sua rica vida noturna e cultural, com a maior concentração de teatros do mundo, muitos deles na Av. Corrientes. Belos casarões, prédios antigos do início do século passado fazem deste lugar uma verdadeira imersão ao passado.
As atrações turísticas são muito lindas, e dá pra perceber que o portenho adora sua história e sua cultura. Tem uma série de curiosidades que descobri pesquisando. Por exemplo, analise a casa rosada ela é formada originalmente por dois edifícios diferentes. Se você olhar bem ela não é simétrica. Sua entrada não é exatamente no meio e as janelas são diferentes de cada lado.
O Puerto Madero é um lugar agradabilíssimo, sofisticado, elegante e simples ao mesmo tempo. Ali funcionam escritórios de grandes empresas, bares, restaurantes famosos, universidade, hotéis de luxo, museus e um cassino flutuante. É um bairro que presta homenagem às mulheres, simplesmente as ruas tem nome de mulher.
Este porto foi construído pelo engenheiro Eduardo Madero, em 1887 e abandonado até 1990, quando iniciou a reciclagem de velhos celeiros, galpões para utilização de residências, escritórios e lojas. Hoje um dos bairros mais procurados pelos turistas e também um dos mais seguros.
Foi construído recentemente a “Puente de La Mujer”, (uma ponte para pedestres, com 97m de comprimento por 5m de largura) obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, atravessa o rio De La Plata. Esta ponte gira 90 graus para permitir o trânsito de embarcações marítimas, a construção levou 12 meses e foi concluída em 2001.
Observando a ponte de longe é possível perceber que esta tem a forma de um casal de dançarinos de tango.  Depois pesquisando mais sobre ela, a estrutura parece um homem abraçando uma mulher, que se inclina para trás, em uma posição tradicional de tango.
O design contemporâneo cria um interessante contraste com os antigos depósitos e armazéns de tijolos avermelhados atualmente restaurantes.
Buenos Aires é uma cidade a ser explorada com calma, com tempo, caminhando, ou de metro (subte) e depois a parada obrigatória para um café com medialuna.

Hasta la vista Buenos Aires!



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Templo Budista - Três Coroas - RS


Sair do agito da cidade grande, compromissos, trabalho, estudo, corre pra cá, corre pra lá. Busquei refúgio num lugar onde o celular pega muito pouco, onde a paz realmente reina, onde o ar que respiro é realmente puro, onde a natureza é exuberante e o foco de tudo é a oração, um Templo Budista. Num dia qualquer da semana fui a Três Coroas, no bairro Águas Brancas, distante 98 km de Porto Alegre onde se encontra um dos maiores Templos Tibetanos da América Latina, o Khadro Ling, que é a sede do Chagdud Gonpa Brasil, uma organização sem fins lucrativos destinado ao estudo e a prática do budismo tibetano.
A história conta que em 1994 Chagdud Tulku Rinpoche encantou-se com a beleza da região e decidiu estabelecer um centro no lugar. Em 1995 Rinpoche (título do budismo tibetano que se dá a um lama considerado precioso por seu conhecimento) mudou-se para onde hoje está o Khadro Ling. Desde então, artistas tibetanos, brasileiros e indianos, entre outros de diferentes nacionalidades, ajudaram a construir o local com belas pinturas e monumentos.
O que impressiona é a complexidade do lugar, com templos, residência dos moradores, rodas de orações, monumentos, bandeirolas, imagens esculpidas, as cores, o silêncio, os detalhes. A Paz, só interrompida pelo soar do sino e do vento que sopra.
Ao chegar somos conduzidos à sala de vídeo onde é contada a história do local e as orientações para visitação. O coração do Khadro Ling é o templo que abriga retiros e cerimônias. A fachada não dá a dimensão do que é o templo por dentro. Naquela tarde havia um retiro e não pudemos visitar o templo por dentro. Em outra oportunidade quando visitei pude observar internamente os detalhes e cores deste templo. Em um local existem centenas de potinhos de água, que são trocados de manhã e no final da tarde, como forma de estimular a disciplina. O vermelho e o dourado são as cores predominantes no local.
As Rodas de Oração são mantras escritos em cilindros de papel que giram sem parar, e um toque de sino soa a cada 7 segundos. A visita deve ser feita andando em sentido horário. Segundo os tibetanos, ao girar estes cilindros é liberado uma energia sutil, capaz de proporcionar saúde, paz, equilíbrio e vitalidade para todos os seres do planeta. Um dos mantras mais conhecidos é o Mantra da Compaixão “OM MANI PADME HUM”.
No local ainda podemos observar as oito estupas, suporte para as oferendas. Elas representam as diferentes fases da vida de Buda, desde seu nascimento no bosque de Lumbini, até sua morte. No interior delas 20 mil pequenas estupas de argila contendo mantras evocam as bênçãos do Buda.
Quando Rinpoche idealizou o lugar ele não tinha a intenção de criar uma atração turística e sim um templo para inspirar positivamente todas as pessoas que ali viessem, independente de suas crenças ou tradições religiosas. Uma comunidade de praticantes budistas mora no Khadro Ling. eles são os responsáveis pela manutenção do templo por meio de trabalho voluntário.
A diretora espiritual do local é Chagdud Khadro, viúva de Rinpoche, que foi sua aluna durante mais de duas décadas. A ela cabe a orientação espiritual dos praticantes e a condução de cerimônias e decisões administrativas do dia a dia.

Esta é uma dica de ouro para quem gosta de natureza e que procura um local tranquilo para passar algumas horas.






quarta-feira, 24 de junho de 2015

Viagem no tempo - Petrópolis/RJ


Terra do cristo redentor, morro da Urca, lapa e bondinho! Como não se encantar com tantas belezas, com a maravilha do mundo moderno, ao mesmo tempo com tanta história pra contar, tempo do império, casarios, museus. O Rio de Janeiro encanta a todos sem distinção. Pra quem gosta de praia, de história, natureza, baladas noturnas, samba, agitação, sossego. Esse é o Rio de Janeiro que visitei recentemente. “Turismo com Vera” vai encantar você com a cidade de Petrópolis.
Segundo os historiadores, D. Pedro II irritado com as altas temperaturas da então capital federal, o Rio de Janeiro, buscou na região um local que tivesse um clima ameno para passar os meses de verão. Em meio à mata Atlântica, descobriu o local perfeito. Petrópolis, nome dado pelo próprio imperador, Petrus (Pedro) e Polis (cidade). Construiu então o seu palácio de veraneio e foi onde viveu os melhores momentos de sua vida.
Este município fica distante 68 km da cidade do Rio de Janeiro. Observando a cidade é possível verificar o passado e o presente entrelaçados. O maior atrativo desta charmosa cidade são as construções históricas.
Palácio Quitandinha na entrada da cidade, um cartão postal a ser levado na memória de todos que visitam a cidade, no passado um cassino e hoje em reforma para voltar a ser um grande hotel.
Imperdível as visitas aos palácios: Palácio Rio Negro, construído em 1890, incorporado ao Governo Federal em 1903, quando passou a ser residência oficial de verão dos Presidentes da República. Da decoração original restam apenas alguns lustres, pouca mobília e um belo piso de madeira.
O Museu Imperial é um acervo onde está documentada toda a história da monarquia brasileira. Objetos de decoração, mobiliário, obras de arte, documentos, jóias imperiais, vestimenta, a coroa do Imperador. Uma imersão ao século XIX.
Palácio de cristal possui uma estrutura pré-moldada em ferro, inaugurada em 1884. Em abril de 1888, com a presença da Princesa Isabel foi libertado os últimos escravos em Petrópolis. Hoje o local recebe eventos culturais e exposições diversas.
A Casa de Santos Dumont, conhecida como encantada. Foi projetada pelo próprio inventor e servia como sua residência de verão. Esta casa é projetada para o tamanho do morador, ou seja, tudo pequeno! A casa não tem cozinha porque as refeições vinham do Palace Hotel. Hoje a casa é aberta a visitação e abriga um centro cultural.
A catedral de São Pedro de Alcântara que abriga o mausoléu Imperial. Na capela localizada a direita da entrada há um sarcófago duplo com os restos do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Tereza Cristina, o túmulo foi esculpido em mármore Carrara. Há também os túmulos da princesa Isabel e seu marido Conde D’Eu.
E aos amantes da Cerveja, a visitação a Cervejaria Bohemia que foi fundada pelo alemão Henrique Kremmer em 1853 se tornando a primeira cerveja pilsen a ser produzida no Brasil. São mais de sete mil metros quadrados para conhecer a história, rituais e curiosidades do universo cervejeiro.

Petrópolis a “Cidade Imperial” cidade nascida do sonho do Imperador D. Pedro II.





quarta-feira, 22 de abril de 2015

Turismo na Selva de Pedra/SP


     Passear entre o verde dos parques e o concreto dos prédios, lugares calmos e agitados, restaurantes e café, definitivamente monotonia não existe em São Paulo.
     Casa Bauducco é um local agradabilíssimo, que fica na esquina Haddock Lobo com Alameda Lorena, com um mix de empório e café, produtos diferenciados, mesinhas na calçada, um ambiente aconchegante. No cardápio algo exclusivo: panetone quentinho polvilhado com açúcar e canela e um café dos deuses muito caprichado.
     São Paulo possui muitos parques, o Parque Villa-Lobos está localizado no bairro de Alto dos Pinheiros, na região oeste, com ciclovia, quadras, campos de futebol, playground e um bosque com espécies da Mata Atlântica. Para o lazer tem ainda aparelhos para ginástica, pista de Cooper, tabelas de street basketball e um anfiteatro com 750 lugares, biblioteca e também lanchonete.
     De área possui 732mil m2 com caminhos praticamente nivelados, muito legal porque é o primeiro parque adequado à acessibilidade de pessoas com deficiência, inclusive para deficiência visual, pois possui sinalização tátil.
     Dentro do Villa como carinhosamente é chamado pelo paulistano, há diversas atrações. “Vai pela Sombra” onde o visitante anda pelos principais bosques do parque. “Circuito das árvores” uma passarela elevada por entre as árvores, “Orquidário Ruth Cardoso” com muitas espécies de Orquídeas. Neste local tivemos uma verdadeira aula de cultivo desta espécie.
     Bairro Liberdade é um pedaço do Japão na maior metrópole da América do Sul e conta com a maior colônia nipônica fora do Japão. A arquitetura peculiar do bairro com tradicionais lanternas japonesas que enfeitam a maior parte das ruas. A visita obrigatória é a feira de artesanato e comidas típicas no domingo pela manhã.

     Assim é São Paulo... Simples assim.