terça-feira, 26 de junho de 2012

Florais de Bach - WILD OAT



      Este é o floral para direcionar nosso caminho, dar direção, ajudar na escolha da nossa vocação profissional. Por isso é muito utilizado por pessoas que não sabem qual curso escolher quando forem prestar vestibular.
         Hoje, a vida cobra decisões precoces dos jovens, que dizem gostar de tudo e não gostam de nada. O Wild Oat ajudará a clarear realmente a vocação que a pessoa tem ou seu dom.
         Este floral é imprescindível para quem está escrevendo uma tese ou um livro, mesmo que saiba o tema, mas que necessita manter o foco e a perseverança para não se perder em ideias que fujam do contexto.
         No caminho que seguimos, precisamos optar por uma direção pautada em metas que levam aos objetivos de vida. Este floral vai dar determinação para buscarmos nossas metas, perseverança para seguir em frente, fortalecendo-nos diante dos obstáculos que possam aparecer que são perfeitamente normais. A diferença é que vamos ter determinação e propósito para atingir nossos objetivos.
         Para as pessoas que estão sem rumo, Wild Oat funciona como uma bússola, um GPS. Quantas pessoas trabalham em lugares que não gostam ou estudam algo que não lhes agrada? Mas, se perguntarmos o que gostariam de fazer elas responderão: não sei.
         Este floral é muito importante para criarmos raízes no nosso lar, no espaço de trabalho. Também é importante para as pessoas que tem trabalho sem sede fixa e principalmente para os familiares que as acompanham, como militares, comissários, pilotos, empresários que viajam muito e a cada hora estão num lugar diferente. Todos ficam sem base e se irritam, porque há momentos que nem sabe onde estão.
         Wild Oat dá o chão para as pessoas que se sentem vulneráveis em função dessa dinâmica de movimentos que prejudica até mesmo os relacionamentos.
         Então quando precisamos fortalecer nosso propósito de vida e ter determinação para atingir nossos objetivos, este é o floral indicado.
                                                                           (baseado texto Instituto Bach)

terça-feira, 1 de maio de 2012

ESSÊNCIAS FLORAIS




Essências, elas nos dão uma sensação de bem estar, nos transportam a momentos vividos e para sempre lembrados. Os cheiros fazem parte da nossa vida. O cheiro de grama molhada pelos primeiros pingos de chuva, da comidinha da mamãe, um perfume maravilhoso, cheiro de roupa nova ou pendurada no varal. As essências são simples assim.
Amo tudo que gira em torno de plantas principalmente flores, a primavera tem o meu nome. Desde criança sou protetora das plantas, o jardim da minha casa era cuidado por mim. Certa vez encontrei na rua uma roseira, levei pra casa, plantei e cuidei, lindas rosas brotaram.
          As essências são assim, como os florais de Bach, que com sua simplicidade curam os nossos males maiores, modificam-nos, mostram coisas que nem mesmo queremos admitir, algo que está escondido no mais profundo de nosso íntimo.
        Meu contato com esse sistema ocorreu em 1993, na época acadêmica de direito, fiz um trabalho não remunerado para uma cliente, em agradecimento ela me apresentou os Florais de Bach, desde então nunca mais abandonei o Dr. Bach. Estudo esse sistema justamente para me conhecer melhor. Quando estou em desequilíbrio recorro as flores e elas com certeza nunca me deixam na mão.
        O mundo muda, as doenças mudam, mas as emoções continuam as mesmas. Os florais restauram o equilíbrio do sistema, quando nós estamos em desequilíbrio, ele vai inundar esse estado com suas vibrações para que nossas qualidades voltem a aparecer. Os florais abrem nossos canais de percepção para o nosso Eu Superior. Sua simplicidade, combinada com seus efeitos curativos é maravilhosa. Este sistema de cura que nos foi Divinamente revelado, mostra que são nossos medos, nossas preocupações e ansiedades que abrem o caminho para invasão da doença. Ao tratarmos nossos medos, inquietações, preocupações não apenas nos libertamos de nossas doenças, mas também nos tornamos mais felizes e melhores, pois as flores que nos foram dadas pela natureza afastam esses medos e pré...ocupações...(como bem diz a palavra).
        Estou estudando novamente as trinta e oito essências, e posso assegurar, são impressionantes como elas falam por nós. Às vezes não queremos ver o que as flores têm a nos dizer. Já dizia o Dr. Bach “Cura-te a ti mesmo”, sabias palavras não é mesmo?
        Como posso ajudar os outros se eu não me conheço? Minha família, meus amigos, conhecidos, precisam de mim e é por esse motivo que vou apresentar a vocês a maravilha que são os Florais de Bach. Aguardem!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

UM DIA FOI MODA - Parte II


Busquei um site espetacular sobre lembranças do passado, peço licença para expô-las a seguir.
Hoje conhecemos muitas marcas de refrigerante, cada um tem sua preferida, vocês já ouviram falar de grapette? Um refrigerante com sabor de uva, cuja principal característica era deixar a língua roxa. Seu jingle tinha um eficiente jogo de palavras lembrado até hoje “Grapete quem bebe repete”. E no campo da cerveja, lembra da Malt 90? “O prazer de fazer bem feito”, uma cerveja criada pela Brahma, com sabor mais leve.
Para os amantes da goma de mascar existia o Ping Pong e o Ploc em duas versões tutti frutti e hortelã, este último com figurinhas para tatuar os braços e pernas. No campo das guloseimas havia as  balas de goma jujuba, bala fusca, bala azedinha, pirulito com apito no cabinho, lanche mirabel, chocolate Lollo que virou Milkbar. Lembro que eu adorava o achocolatado Toddy, na época vinha com bonequinhos índios para montar um forte apache.
As roupas eram lavadas com Rinso, os mosquitos mortos com bomba de Flit, as músicas ouvidas em um “Três em Um”, para quem não sabe o que é isso (rádio, toca discos, gravador de fita cassete).
E os brinquedos da época? Pega varetas, todos queriam a vareta preta e sempre alguém gritava: “mexeu, eu vi, eu vi”. A boneca “Mãezinha”, a “Tippy”, a maioria das meninas tinha uma boneca que fazia alguma coisa, caminhava, cantava.  Elas não fizeram parte da minha vida. Para os meninos o “Pequeno Engenheiro”, era um brinquedo que vinha com peças de madeira decoradas para fazer casinhas, algumas peças vinham com janelinhas outras com relógio para fazer a torre. Disquinhos coloridos para ser ouvido na vitrola portátil, com estórias do Mogli, da “Cigarra e a Formiga” fizeram parte do meu imaginário.
Na televisão em preto e branco muitas lembranças como do saudoso Garibaldo da Vila Sésamo que iniciou na televisão brasileira em 1973. Em pleno regime militar um ratinho importado dividia as atenções com a novela Beto Rockfeller, tratava-se de Topo Gigio bonequinho criado pela italiana Maria Perego. Em 1969, junto com Agildo Ribeiro, o programa tinha um objetivo educacional de orientar as crianças em suas obrigações diárias. Havia também as radionovelas, as revistas com fotonovelas, as fofocas dos artistas na revista “Sétimo Céu”, poderia ser comparada a TI Ti ti de hoje. Para as mães a leitura era Fatos e Fotos, Cruzeiro ou Manchete.
Na praia não existia o temor ao sol consequentemente não havia protetor solar, muito menos numeração de fator. Com o passar do tempo chegou até nós o “Rayto de Sol” de procedência Argentina.
Aguardem novas lembranças...

quinta-feira, 8 de março de 2012

Blog da vera couto: ESPERANDO...

Blog da vera couto: ESPERANDO...: Você parou pra pensar que passamos a vida esperando? Sim... esperando alguma coisa... O telefone tocar... a encomenda chegar... Páscoa, Mãe...

ESPERANDO...


Você parou pra pensar que passamos a vida esperando? Sim... esperando alguma coisa...
O telefone tocar... a encomenda chegar...
Páscoa, Mães, Aniversário, Natal...
O tempo melhorar... a estação modificar...
A diarista não atrasar...
A adolescência e com ela a tão prometida liberdade, e talvez sozinha viajar...
O namorado chegar ou uma ligação que faça o coração disparar...
O casamento com o príncipe encantado, com todas as pompas e o famoso lar doce lar...
Nove meses esperando o filho e depois segue esperando ele da balada chegar...
Pensando no vestibular e por que não dizer pensando na formatura que vai bombar...
Uma proposta de emprego ou até o resultado do concurso público realizado dias atrás...
Férias tão sonhadas, não fazer nada, ler um bom livro, esperando para viajar...
Um telefonema de um amigo distante ou que mora na mesma cidade, esperando... simplesmente um olá...
Esperando... esperando... sempre...



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

UM DIA FOI MODA - Parte I



Desde os tempos de escola sempre gostei de pesquisas, passava tardes inteiras na biblioteca pública procurando novidades, imagine se na época tivesse internet. Então, resolvi fazer um levantamento das lembranças dos anos dourados, mais precisamente entre 1970 e 1980 (minha adolescência) para que você leitor viaje comigo.
Não é saudosismo, apenas curiosidade, tenho visto freqüentemente programas em canal aberto e fechado comentando sobre o passado, palavras, propagandas, expressões! Resolvi buscar na internet sites que comentam sobre isso. O tempo passa e as palavras vão ficando pra trás, vão sendo substituídas e é muito engraçado relembrá-las, mas claro que para os jovens estas palavras ou expressões são completamente estranhas. Convido você há parar um pouco suas atividades e tente lembrar-se das coisas agradáveis que fizeram parte da sua infância e adolescência, principalmente na década de 70 a 80, você terá boas surpresas. Acredite, eu não sou a única a lembrar. Muitas vezes nos reunimos entre amigos e parentes apenas para dar boas gargalhadas desta época que agora passo a comentar com vocês.
Alguém já ouviu falar de “camisa volta ao mundo”? É claro que o tecido não deu a volta ao mundo, né? Era um tecido sintético para ser usado no verão, não precisava usar o ferro, moda na década de 60 e início de 70. O problema era que esse tecido não transpirava e dava um cheiro horrível no final do dia, a famosa “asa”. Outro tecido muito usado era o “ban-lon”, também sintético, muito confortável, para os homens era uma espécie de camiseta pólo e para as mulheres um tipo de twin set.
O jeans de hoje, no passado era “brim coringa”, com uma propaganda que dizia: “a roupa que não encolhe, exija as legítimas. As calças compridas eram “eslaques” e para ir à reunião dançante (balada) era usada a “calça de boca de sino” (pantalona). Outra marca de jeans lançado pela Alpargatas em 1965, foi a calça Topeka.
Nos pés era comum usar calçados como conga (sucesso de vendas em 1980, um tipo de tênis de tecido azul marinho e bico branco, muito macio, adotado também como uniforme escolar. Relançado em 2002 como um produto fashion). Depois veio o “bamba” um tênis clássico dos anos 80 e 90, primeiro lançado numa cor só e depois vieram com desenhos. Para os amantes do futebol veio o “kichute”, uma febre depois da Copa do Mundo de 1970, no México, até as meninas usavam para ir à escola (eu também usei). Ele tinha um cadarço enorme, e a moda era entrelaçá-lo na canela antes de amarrá-lo. “Guides” era outro nome dado ao tênis.
Os homens após fazer a barba usavam um pós chamado “aqua velva”, no cabelo o gel era “glostora” que prometia um brilho natural dos cabelos, perfumando e fixando, para perfumar uma colônia vinda da Argentina chamada Lancaster, lançada na década de 60.
A roupa íntima masculina era a ceroula (cueca) e a feminina, hoje conhecida como “soutiens” na época era chamado de corpinho e quando a calcinha era igual passava a se chamar combinação. Sem esquecer os absorventes íntimos descartáveis que só existia o Modess, que passou a ser fabricado no Brasil a partir de 1945. As mulheres adoravam colocar rolos no cabelo e depois aquele lenço colorido por cima, iam até o supermercado assim. No programa do Chaves a D. Florinda é adepta a esse figurino.
Provavelmente nossas mães enfeitavam a cama com uma Colcha Madrigal (chenille) lançada no mercado pela Alpargatas em 1967. E por falar em Alpargatas, as Havaianas foram lançadas em 1962. Fizeram tanto sucesso que todo o Mundo copiou, porém cópias “fajutas” como alertavam os comerciais da época. “Exija as Havaianas legítimas, que não deformam e não soltam as tiras”. Os modelos eram apenas dois: branco com sola azul claro e branca com solado preto. Para ficar mais moderninho virávamos o solado para cima, assim os chinelos ficavam coloridos. Em 2000 a empresa  Alpargatas bateu o recorde de vendas destes chinelos.
Aqui deixei algumas curiosidades destes anos dourados onde eu fui adolescente, segue a pesquisa... Até a próxima!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

VOU FAZER 50 ANOS


Num tempo não muito distante as geladeiras eram importadas chamadas “Frigidaire” e os ventiladores um perigo para as crianças, com suas pás de metal desprotegidas. Comia-se manteiga sem culpa no café da manhã, almoçava-se em casa, jantava-se lautamente. Fotógrafos ganhavam a vida fazendo três x quatro na praça ou surpreendendo casais e famílias que passavam nas ruas: os instantâneos ficavam prontos rapidinhos, em menos de uma semana. As contas eram pagas em dinheiro vivo. O correio trazia cartas e telegramas (hoje nos trazem dores de cabeça... as contas). As cartas aéreas eram escritas em papel fino, para não ficarem pesadas e, por conseguinte caras. Os comunicados fúnebres chegavam em envelopes com tarjas pretas, que lhes davam gravidade e os destacavam do resto da correspondência. Nas cidades pequenas o sino da igreja tocado pausadamente anunciava o acontecido. A televisão era um aparelho de luxo, lembro que a TV colorida só apareceu na minha casa em 1974. Para o grande público as notícias vinham pelo rádio e pelos jornais, que traziam informações de todo o tipo, das grandes manchetes ao resultado de concursos públicos. Mães zelosas guardavam revistas para os trabalhos escolares dos filhos e, em toda residência com um mínimo de recursos, coleções de livros de referência para jovens tinham destaque nas estantes, os mais afortunados tinha a famosa coleção “barsa”. Havia ótimo mercado para enciclopédias, vendidas de porta em porta, em suaves prestações mensais. E também dessa forma compravam-se cosméticos por livrinhos da Avon ou Cristhian Gray. A palavra “tecnologia”, apesar de inventada em 1829, não fazia parte do vocabulário geral.
         Em menos de 50 anos, a tecnologia alterou radicalmente o modo como vivemos. Nenhum aspecto do cotidiano ficou intocado, nenhuma pessoa escapou a sua influência. Se este impacto é para melhor ou para pior é discussão apenas filosófica. Um caminho sem volta!
Pergunto-me constantemente, “como é que conseguíamos viver antes da internet?!” Como encontrávamos telefones e endereços? Como sabíamos quais filmes estavam em cartaz? Como descobríamos os horários dos vôos, a temperatura em Natal, o valor da moeda estrangeira? A quem recorríamos para saber como se tiram manchas? Como conseguíamos esperar meses por uma carta? Como dependíamos apenas dos discos que estavam nas lojas? Como fazíamos quando queríamos a letra de uma música ou o trecho de um filme? Não vivemos mais sem you tube!! A moda? Ficávamos com o mesmo sobretudo por anos! Como elaborávamos o trajeto de casa para uma rua que não conhecíamos? A resposta para estas e tantas outras se torna cada vez mais remota.
         E o celular? Era preciso ficar de plantão no escritório esperando uma chamada, ou então ditar todos os passos para a secretária, para assim agendar compromissos. Hoje localizamos qualquer pessoa em qualquer lugar num clicar de teclas.
E a fotografia? Era necessário comprar um filme de 12, 24, 36 ou 42 poses e rezar para tudo dar certo, não perder o foco ou tremer na hora. Hoje é tudo instantâneo  e queremos ver o resultado assim que a foto é tirada.
O que conta é que de 50 anos para cá passamos a ser todos muito bem informados e escravos dessa tal tecnologia. Antigamente  a medida da curiosidade de uma criança restringia-se ao que sabiam os adultos, à sua volta, aos eventuais livros de casa ou de uma possível biblioteca nas proximidades. Hoje as crianças ensinam muito mais do que aprendem conosco. Quem nascia longe dos grandes centros estava preso as limitações locais. Hoje, com um pouco de curiosidade e uma conexão à Internet percebe-se que o mundo é uma pequena aldeia!